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	<title>BSB Mulher</title>
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	<description>BSB Mulher</description>
	<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:07:06 +0000</pubDate>
	
	<language>en</language>
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		<title>O que dizem alguns sintomas nas mulheres</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:07:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde e Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[No universo feminino, alguns sinais de alerta enviados pelo corpo podem esconder doenças mais sérias do que se imagina
Interpretar sintomas de doenças é uma atividade complexa, por isso a orientação é de que a análise seja conduzida por especialistas. Para a mulher, alguns sinais de incômodo enviados pelo corpo podem ser avaliados com exagero ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>No universo feminino, alguns sinais de alerta enviados pelo corpo podem esconder doenças mais sérias do que se imagina</em></p>
<p>Interpretar sintomas de doenças é uma atividade complexa, por isso a orientação é de que a análise seja conduzida por especialistas. Para a mulher, alguns sinais de incômodo enviados pelo corpo podem ser avaliados com exagero ou minimizados pela paciente no autodiagnóstico. Toda dor aguda deve ser checada. É melhor errar pelo excesso. Parte dos problemas do universo feminino é causada por hábitos ou por suas características biológicas. &#8220;Para elas, duas regiões merecem atenção constante, a mama e o útero. O aparelho reprodutor da mulher está exposto ao contato com substâncias que vem de fora do corpo, ao contrário do homem, que fica protegido. A constante alteração hormonal delas também cria fatores que aumentam os riscos&#8221;, indica Luiz Fernando Dale, ginecologista e responsável pelo departamento de Reprodução Humana do Instituto Fernandez Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.</p>
<p>Um artigo publicado no Health.com indica quais sinais de alerta podem estar indicando problemas de saúde à mulher e como eles podem confundi-las.</p>
<p>1- Dor nos ombros ou no peito</p>
<p>Incômodos intensos abaixo das costelas, nas costas e nos ombros são comumente associados a um ataque cardíaco. Porém, os alertas do coração são indicados por desconfortos nos membros do lado esquerdo. Se os sintomas estão no lado direito (no ombro, por exemplo), o quadro pode ser de pedra na vesícula. O problema acontece quando há o entupimento no canal entre o órgão e o intestino, impedindo o fluxo da bile, substância que ajuda na digestão de gorduras. O excesso de estrogênio faz com as mulheres tenham o dobro de chances de desenvolver a doença. O hormônio aumenta a concentração de colesterol na vesícula e reduz a capacidade do órgão em cumprir sua função.</p>
<p>O que fazer: é necessário mudar a dieta, optando por alimentos com pouca gordura e com alta concentração de fibras. Pessoas que sentem dores nos ombros e no peito, especialmente depois de refeições noturnas e de alta concentração de gorduras, devem procurar um médico.</p>
<p>2- Dormência ou formigação nas coxas</p>
<p>Calças apertadas causam uma compressão excessiva nos nervos cutâneos femorais, que ficam na lateral da coxa. Saltos altos só agravam o quadro, pois eles lançam a pélvis para frente, comprimindo ainda mais os nervos. </p>
<p>O que fazer: Neste caso o melhor remédio é trocar calças, bermudas e calçados, optando por modelos mais folgados e sapatos com saltos menores. </p>
<p>3 - Queimação nos pés</p>
<p>O uso abusivo de saltos altos é a causa encolhimento ou alargamento dos nervos dos pés. A paciente tem, a princípio, a sensação de andar sobre uma pedra. Mas esse problema pode se tornar uma dor crônica caso não receba tratamento.</p>
<p>O que fazer: dor nos pés nunca é normal. Mude para sapatos com saltos menores e com maior espaço para os dedos.</p>
<p>4- Lábios rachados</p>
<p>Naturalmente, o corpo humano é coberto por fungos e bactérias. Os problemas começam quando a mulher está com a pele desidratada. O lábio é mais sensível que a pele e, quando ressecado, sofre com o ataque desses micro-organismos, caracterizando inflamações. A boca concentra altos níveis de flora bacteriana, por isso, lamber os lábios nessas circunstâncias leva saliva contaminada à região, agravando o caso.</p>
<p>O que fazer: use cremes hidratantes na pele facial e batons (convencionais ou de manteiga de cacau). Evite lamber os lábios.</p>
<p> </p>
<p>Quatro sintomas que jamais devem ser ignorados</p>
<p>Desmaio e falta de ar: chame a emergência. São dois sintomas de tromboembolismo pulmonar. </p>
<p>Dor inexplicada na garganta: pode ser um ataque cardíaco e o paciente deve ser levado a uma emergência. Entre os sintomas relatados por mulheres estão: desconforto no maxilar e garganta, náusea, transpiração e fadiga. Já os sinais habituais - dor no peito e no braço esquerdo - são mais comuns entre os homens. Outra possibilidade de patologia é um ataque de alergia na região.</p>
<p>Sangramento incomum na vagina: ocorrências fora do período menstrual pode ser uma disfunção passageira. Se persistir, procure um especialista, pode ser um tumor. </p>
<p>Fonte: Revista Viva Saúde ( Por Ivan Alves )</p>
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		<title>5 verdades sobre as DSTs</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/172-5-verdades-sobre-as-dsts/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde e Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa indica que mais de 10 milhões de brasileiros já apresentaram sintomas de doenças sexualmente transmissíveis
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que ocorram cerca de 340 milhões de casos de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) por ano no mundo. Uma recente pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde indica que mais de 10 milhões de brasileiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa indica que mais de 10 milhões de brasileiros já apresentaram sintomas de doenças sexualmente transmissíveis</em></p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que ocorram cerca de 340 milhões de casos de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) por ano no mundo. Uma recente pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde indica que mais de 10 milhões de brasileiros já tiveram algum sinal ou sintoma de uma DST. Desse total, 18% dos homens e 11,4% das mulheres não buscaram atendimento médico. No Brasil, as estimativas de infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa são:</p>
<p>Herpes genital<br />
 640.9 mil</p>
<p>HPV<br />
685.4 mil<br />
 <br />
Sífilis<br />
937 mil <br />
 <br />
Gonorréia<br />
1 541.8 milhão<br />
 <br />
Clamídia<br />
1 967.2 milhão<br />
 <br />
Fonte : PN-DST/AIDS, 2003</p>
<p>Diversas campanhas são criadas, dia a dia, com o objetivo de levar informação à população sexualmente ativa, com o objetivo de reduzir o número de infectados. Ainda assim, alguns mitos e falsos conceitos vão à contramão das ações de prevenção e tratamento das patologias, expondo milhares de pessoas ao perigo.<br />
 <br />
Confira 5 verdades sobre as DSTs</p>
<p>1. DSTs facilitam a transmissão sexual do HIV</p>
<p>As feridas deixadas nos órgãos genitais por determinadas DSTs favorecem a entrada do HIV no organismo. Daí a importância em procurar um especialista a qualquer sinal diferente. Além de diminuir as chances de transmissão do vírus da Aids, o tratamento melhora a qualidade de vida da pessoa infectada e interrompe a cadeia de difusão dessas doenças.</p>
<p>2. Mulheres têm mais dificuldades em identificar os sintomas</p>
<p>DST merece a atenção de todos. As mulheres, em especial, devem ser bastante cuidadosas quanto aos sintomas, uma vez que, em diversos casos, não é fácil distinguir seus sinais das reações orgânicas comuns ao seu organismo.</p>
<p>3. População sexualmente ativa, sem distinção, é passiva de contágio</p>
<p>A multiplicação dos grupos de risco faz com que praticamente toda a população sexualmente ativa possa contrair.</p>
<p>4. Os sinais de uma DST podem aparecer em outras regiões do corpo</p>
<p>Como qualquer doença, as DSTs não tratadas podem levar a consequências trágicas. Um HPV, por exemplo, pode originar câncer de colo de útero na mulher e câncer de pênis no homem. Algumas uretrites mais graves podem levar a um estreitamento (estenose) da uretra, o canal por onde passa a urina. A sífilis, por sua vez, pode resultar em graves consequências neurológicas, assim como promover o aparecimento de lesões genitais, que podem levar a cicatrizes e deformidades no corpo do pênis.</p>
<p>5. Pais infectados podem transmitir a doença para seus filhos</p>
<p>As DSTs podem provocar uma interrupção espontânea da gravidez (aborto), determinar uma gravidez ectópica (fora do útero), atingir o feto durante seu desenvolvimento, causando-lhe lesões ou o nascimento com malformações. O recém-nascido pode ser atingido durante o parto, nesse caso, a criança pode ter doenças nos olho e nos pulmões, entre outros problemas.</p>
<p>Fonte: Revista Viva Saúde ( Por Oskar kaufmann, urologista; Ivan Alves)</p>
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		<item>
		<title>Conheça as piscinas de hotéis mais impressionantes do mundo</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/163-conheca-as-piscinas-de-hoteis-mais-impressionantes-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 17:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Viagens e Turismo]]></category>

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O site da revista Budget Travel escolheu as dez melhores piscinas de hotel do mundo. Há de tudo: da maior do mundo, que fica no Chile, a uma perfumada com pétalas de rosa; do high tech pendurado no alto de Tóquio à magia das águas que se fundem com o Mediterrâneo. E, por excentricidades, há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_165" class="wp-caption alignleft" style="width: 278px"><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/1294840-0087-it2.jpg"><img class="size-medium wp-image-165" title="1294840-0087-it2" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/1294840-0087-it2-268x300.jpg" alt="As águas da piscina do InterContinental Hong Kong se confundem com as águas do Porto de Victoria" width="268" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">As águas da piscina do InterContinental Hong Kong se confundem com as águas do Porto de Victoria</p></div>
<p> </p>
<p>O site da revista Budget Travel escolheu as dez melhores piscinas de hotel do mundo. Há de tudo: da maior do mundo, que fica no Chile, a uma perfumada com pétalas de rosa; do high tech pendurado no alto de Tóquio à magia das águas que se fundem com o Mediterrâneo. E, por excentricidades, há até uma piscina que faz os hóspedes de um hotel em Las Vegas nadar do lado de enormes tubarões. O custo de uma noite nos hotéis da lista pode ser bem elevado, mas nem sempre é o caso. Vale a pena conferir e, quem sabe, escolher o destino das próximas férias.</p>
<p><a href="http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/galerias/0,,OI106264-EI14045,00.html"><strong><em>Veja fotos das piscinas</em></strong></a></p>
<p><strong><em>Park Hyatt Tokyo, Japão</em><br />
</strong>Uma grande e luxuosa piscina no 47º andar de um hotel, com vistas para o Mount Fuji. Trata-se de um duplo deck todo em vidro, das janelas à decoração. A piscina é iluminada por baixo, o que equilibra a luz que penetra pelas janelas. O acabamento em mármore e os traços retos e brilhantes dão o charme ao ambiente. À noite, a escuridão de Tóquio se compõe ao cintilante azulado do ambiente.</p>
<p>Endereço: 3-7-1-2 Nishi Shinjuku, Shinjuku-Ku, Tokyo, Japão, 163-1055<br />
Telefone: 81 3 5322 1234<br />
Custo de uma suíte por noite: entre US$ 535,53 (Park Twin) e US$ 1410,92. (Park Suite Twin).</p>
<p><strong><em>Hotel San Alfonso del Mar, Algarrobo, Chile</em></strong><br />
Num conjunto de prédios branco e vidro, em formato de escada, está a maior piscina do mundo: com mais de um quilômetro de comprimento e 250 mil metros cúbicos de água, ela entrou no livro Guiness dos recordes. Pode-se até velejar nesta piscina, que acompanha uma longa e larga praia de areias brancas frente ao Pacífico. A pergunta: para que fazer uma piscina tão grande, se você está do lado do mar? Basta enfiar o dedão nas águas gélidas do oceano para entender os motivos que levaram ao investimento de u$ 3,5 milhões.</p>
<p>Endereço: Av. Kennedy, 8830, Algarrobo<br />
Telefone: 56 (2) 2020231/ 20211096/ 2021055<br />
Custo de uma suíte por noite: a partir de US$ 65,00 por noite.</p>
<p><em><strong>Hotel Caruso Belvedere, Ravello, Itália</strong><br />
</em>Numa das vistas mais bonitas do mundo, na Costa Amalfitana, um hotel clássico e, à beira da praia, uma piscina a céu aberto minuciosamente montada para se confundir com o panorama do mar. De um lado, toda uma decoração e arquitetura simples, branca e leve, contrastando-se com uma ruína dos romanos do século XI. O próprio luxo, calma e voluptuosidade.</p>
<p>Endereço: Piazza San Giovanni del Toro, 2-84010, Ravello, Itália<br />
Telefone: 39 089 858 801 / Reservas: + 39 01 852 67890<br />
Custo de uma suíte por noite para um adulto: entre US$ 506,00 (Village View Room) e US$ 2392,00 (Deluxe Junior Suite).</p>
<p><em><strong>Umaid Bhawan Palace, Jodhpur, Índia</strong><br />
</em>No quarto 347 do Palácio de Jodhpur, no estado indiano de Rajasthan, foi construída uma piscina com jeito de lugar mágico e secreto. Não há como não cair no chavão: parece das 1001 noites. Mesmo. Com temperatura controlada, muitas vezes perfumada por pétalas de rosas que flutuam sobre a água, ilumina-se com luz de vela por todos os lados. Este hotel é parte do Taj Hotels Resorts and Palaces, e pertencem a Maharaja de Jodhpur, que ocasionalmente a aproveita para desfrutar de um mergulho especial.</p>
<p>Endereço: D1-2A, Behind Collectorate, (Via) Bank Road, Bani Park, Jaipur-302016, Rajasthan, Índia<br />
Telefone: 91 9314503423<br />
Custo de uma suíte por noite para um adulto: entre US$ 1300,00 (Deluxe) e US$ 2000,00 (Royal Delxe).</p>
<p><em><strong>Hotel Viceroy, Miami, Estados Unidos</strong><br />
</em>No 15º andar, com vista para Miami (até a uma ponta da baía) e um visual moderno: esta é a fórmula que o hotel Viceroy encontrou para fazer com que a sua piscina pudesse se destacar numa cidade onde piscinas é o que não falta. Ainda há o toque oriental nas árvores que a rodeiam: blueberries japoneses. Ideal para romance e relaxamento -mas com opção a shopping e barulho, muito perto.</p>
<p>Endereço: 485 Brickell Avenue, Miami Florida 33131<br />
Telefone: 1 305 503 4400/ Reservas: 866 781 9923<br />
Custo de uma suíte por noite para um adulto: a partir de US$ 195,00.</p>
<p><strong><em>InterContinental Hong Kong, China<br />
</em></strong>O hotel conta com três piscinas abertas, com jeito de ofurô, que ficam no terceiro andar: duas quentes e uma fria. Até aqui, tudo normal. O que chama atenção é o efeito visual. As águas de cá se confundem com as águas do Porto de Victoria. Pura ilusão de ótica. Durante o dia, vê-se como fundo a atividade nas águas do porto. À noite, são as luzes da cidade com ares futuristas.</p>
<p>18 Salisbury Road, Kowloon, Hong Kong<br />
Tel: 852 2721 1211<br />
Custo de uma suíte por noite para uma pessoa: a partir de US$ 564,00.</p>
<p><em><strong>Golden Nugget Hotel, Las Vegas, Estados Unidos</strong><br />
</em>Num complexo de piscinas que custaram mais de $30 milhões, convivem cinco espécies de tubarões. São 16 deles no total. Sim, tubarões. Tal como um conjunto de piscinas em formato de bolo de noiva, é possível estar entre os tubarões quando se mergulha no andar de cima num dos tobo-águas fechados e super resistentes, cortando um tanque de mais 200 mil litros, onde estão os bichinchos. Depois deste rápido flash, fica o repouso da piscina que dá de frente para o prédio do hotel.</p>
<p>Endereço: 129 E. Fremont St. Las Vegas, NV 89101<br />
Telefone: 702-385-7111/ Reservas: 800-846-5336<br />
Custo de uma suíte por noite: a partir de US$ 520,00.</p>
<p><em><strong>Quincy Hotel, Cingapura</strong><br />
</em>A 12 andares das ruas de Singapura, está uma piscina inusitada, que mexe com os nossos sentidos. Ela fica na sacada. Do lado de dentro, os assoalhos, e do lado da sacada, adivinhe: vidro. O vidro da sacada é o próprio limite da piscina. É possível mergulhar e curtir a paisagem apoiado no corrimão da sacada, e dentro da água. À noite a piscina ganha um efeito especial, ela parece brilhar na altura e se multiplicar junto às ruas e pedestres da cidade.</p>
<p>Endereço: 22 Mount Elizabeth, 228517, Cingapura<br />
Telefone: 65 6496 7579<br />
Custo de uma suíte por noite para um adulto: a partir de US$ 228,00.</p>
<p><strong><em>Al Bustan Palace InterContinental Muscat, Muttrah, Omã</em><br />
</strong>Localizado no Omã, é como se estivesse num oásis nas alturas. Com suas águas a uma temperatura controlada, e cheia de palmeiras em seu interior, fica ao lado de um grande prédio de arquitetura de estilo árabe, e tem, às suas bordas, camas, quiosques e um gramado que aos poucos vai desembocar no mar.</p>
<p>Endereço: PO BOX 1998, Muttrah, 114, Omã<br />
Telefone: 968-24799666<br />
Custo de uma suíte por noite para uma pessoa: entre US$ 388,00 (Deluxe Mountain View Room) e US$ 1626,00 (Presidential Sea View Suite).</p>
<p><em><strong>Anantara Koh Samui Resort &amp; Spa, Samui, Tailâdia</strong><br />
</em>O céu aberto, uma enorme piscina em direção ao panorama do mar, estilosamente decorada com estátuas de macacos. Uma delas cospe água, e outra pega fogo. O traço comum é o tom calmo e meditativo, o que se pode sentir por todos os cantos do hotel, como nos cenários dos contos de fadas do oriente.</p>
<p>Endereço: 99/9 Bophut Bay, Samui Island, Surat Thani 84320, Thailand<br />
Telefone: 66 (0) 7742 8300-9<br />
Custo de uma suíte por noite por pessoa: A partir de US$ 97,00.</p>
<p>Fonte : Terra</p>
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		<title>Dicas para relaxar no trabalho</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/160-dicas-para-relaxar-no-trabalho/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde e Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira alguns truques simples para não se descabelar e manter o bom humor na hora de trabalhar
Não tem nada mais desgastante que acordar cedo (e sempre atrasada), mal tomar café, aguentar o trânsito até o local de trabalho, suportar as pressões dos chefes, passar o dia inteiro na frente de um computador e ainda ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/rel"><img class="alignleft size-medium wp-image-161" title="rel" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/rel-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Confira alguns truques simples para não se descabelar e manter o bom humor na hora de trabalhar</em></p>
<p>Não tem nada mais desgastante que acordar cedo (e sempre atrasada), mal tomar café, aguentar o trânsito até o local de trabalho, suportar as pressões dos chefes, passar o dia inteiro na frente de um computador e ainda ter que lidar com os piripaques que o corpo dá diante de toda essa correria. Mas saiba que é possível amenizar a sensação de mal estar, melhorar o desempenho profissional e ainda aliviar a cabeça das tensões com atitudes simples e sem muito esforço. Descubra como é possível relaxar mesmo com uma pilha de obrigações para cumprir. É hora de mudar!</p>
<p>O sagrado cafezinho<br />
Simples, quentinho, dá um gás a mais e mesmo assim consegue ser confortante. Fazer algumas pausas durante o expediente para tomar um bom café funciona muito bem como um respiro. Seja para simplesmente esticar as pernas e dar uma voltinha no corredor, conversar um pouco com as amigas ou apenas para tirar os olhos da frente do computador, o café é um excelente motivo para você parar tudo e desencanar. Mas e a cafeína?</p>
<p>“Em quantidades moderadas, de 400 a 500mg por dia (o que corresponde a até 4 xícaras), a cafeína não é prejudicial a saúde humana”, explica Darcy Roberto Lima, coordenador do programa Café e Saúde. Claro que, se você não gosta da bebida, a pausa para bebericar alguma coisa é válida do mesmo jeito. Usar a frase &#8216;Vamos tomar um cafezinho?&#8217; para beber um suco, chá ou refrigerante não vai chatear os companheiros de café.</p>
<p>Esticada no corpo<br />
Dor no punho de tanto digitar aquele relatório sem fim, que mais parece uma enciclopédia? Dor nas costas de passar horas sentada na cadeira, corrigindo provas? Exercícios repetitivos ou permanecer muito tempo na mesma posição é desgaste do corpo (e da mente) na certa. Para relaxar, nada melhor que um alongamento.</p>
<p>“Durante o expediente é indispensável a realização de exercícios de alongamento. Desta forma, pode se garantir uma melhora na postura, na elasticidade e no desgaste das articulações”, explica a fisioterapeuta Claudia Wanderck, diretora da Clínica Long Life de Fisioterapia.</p>
<p>E isso não significa que você terá que trocar seu horário de almoço por uma hora de academia. A fisioterapeuta garante que os exercícios podem ser feitos em pausas pequenininhas (que duram de 30 segundos a um minuto), sem atrapalhar seu rendimento. Escolha as regiões mais tensas e se dê essas paradas a cada meia hora.</p>
<p>Uma dica para alongar os punhos e antebraço é entrelaçar os dedos à frente do corpo e girar mãos e punhos dez vezes no sentido horário. Repita o exercício no sentido anti-horário. Simples, fácil e fará toda a diferença no final do expediente.</p>
<p>Um almoço diferente<br />
Não tem nada mais relaxante que utilizar a hora do almoço degustando uma comidinha de primeira, sem pressa e sem aquele aglomerado de gente, típico das praças de alimentação de shopping. Se você não tem muitas opções perto do local de trabalho, procure levar uma marmita com aquele prato que você prepara em casa e ninguém faz melhor. Ou caminhe um pouco mais e procure um restaurante mais tranquilo, escondido.</p>
<p>Novidades gastronômicas podem deixar o seu dia mais interessante. Outra dica é almoçar sozinha de vez em quando. Ajuda a relaxar e ficar ausente dos assuntos profissionais, ao menos uma hora do dia. Neste caso, não se esqueça de desligar o seu celular!</p>
<p>Livro na bolsa e internet para divertir<br />
Sobrou um tempinho entre um trabalho e outro? Use esses minutinhos livres com alguma leitura que nada tenha a ver com o que você faz no horário do expediente. Deixe sempre na bolsa ou no armário um livro de literatura, quadrinhos, arte ou mesmo uma revista. Serve até aquelas de fofoca, com novidades da novela, caso você se amarre no assunto.</p>
<p>Se você só tem o hábito de ler coisas na internet, aproveite esse tempo com sites com obras de escritores famosos ou mesmo aqueles com joguinhos online. É bom para tirar da mente aquele enrosco que você não consegue resolver no trabalho – e olhar novamente para o problema com a cabeça descansada.</p>
<p>Yoga no trabalho<br />
Pode acreditar: você pode praticar alguns exercícios de yoga dentro da empresa. A ideia é usar essas práticas para total relaxamento e, consequentemente, dar um up no seu desempenho. “A ioga desenvolve a resiliência (capacidade de lidar com pressão e adversidade), pois ajuda no fortalecimento da pessoa, que deixa de sofrer tanto os impactos causados pela pressão”, explica Carlos Legal, consultor e diretor da Legalas Desenvolvimento e Yoga no Trabalho.</p>
<p>Se a sua empresa oferece aulas durante o expediente, aproveite e entre para o time. De acordo com o consultor, praticar duas vezes por semana, com aulas de uma hora, é o ideal. Caso você não tenha esse serviço disponível, que tal colocar esse assunto em pauta na próxima reunião? O custo é baixo: basta uma sala vaga e alguns colchonetes.</p>
<p>Passeio ao ar livre<br />
Às vezes, acostumada com a pressa e a correria dentro do escritório, o almoço é engolido em minutos e você acaba voltando ao trabalho antes do tempo necessário. Aproveite essa folguinha para fazer uma caminhada pelo bairro, ainda mais se por perto existir parques, exposições ou mesmo uma simples pracinha. “Além de proporcionar um momento de bem estar, caminhar após o almoço auxilia na digestão”, garante a nutricionista Daniela Martins.</p>
<p>Massagem express<br />
No shopping, supermercado, galerias, centros empresariais, nas ruas. As cadeirinhas que oferecem as famosas Quick Massage estão espalhadas por todos os cantos e não é difícil encontrar uma próxima a você. Basta separar alguns minutinhos e você terá corpo e mente renovados.</p>
<p>&#8220;São apenas 15 minutos. Reduz o estresse, relaxa, alivia as tensões, além de melhorar o bem estar físico e mental durante o expediente. É uma excelente técnica para quem tem pouco tempo e convive com a pressão durante o expediente de trabalho,&#8221; garante o massoterapeuta Eduardo Rovero.</p>
<p>Sessão beleza<br />
Tem flexibilidade de horário durante o expediente? Dê um pulo no salão de beleza mais próximo e peça para a manicure dar um trato nas suas unhas. Enquanto ela capricha para deixar suas mãos impecáveis, você relaxa fora do ambiente de trabalho. Depois de momentos de estresse, nada melhor que um incremento na auto-estima.</p>
<p>Música para os ouvidos<br />
Prepare um lista com aquelas canções que, quando tocadas, sempre levam a você um bem estar danado. Pode ser a música que você ouve com o namorado, na hora da balada, que tocava durante suas férias na praia. A única regra é que ela traga sempre boas lembranças e faça você dar uma desligadinha do trabalho.</p>
<p>“O benefício global da música é que é uma ponte muito bem construída entre a mais íntima interioridade e o compartilhamento mais radical desta experiência”, explica Durval Mazzei Nogueira Filho, psicanalista e psiquiatra.</p>
<p>Fonte IG ( Por Glycia Emrich )</p>
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		<title>Brasil cai nove posições em ranking de igualdade entre sexos</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/157-brasil-cai-nove-posicoes-em-ranking-de-igualdade-entre-sexos/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direito e Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil caiu nove posições no ranking global de desigualdade entre os sexos organizado pelo Fórum Econômico Mundial, ocupando a 82ª posição entre 136 países. De acordo com o documento divulgado nesta terça-feira, este é o pior resultado dos últimos três anos.
Em 2006 o Brasil ocupava a 67ª posição, em 2007 a 74ª e, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mu"></a>O Brasil caiu nove posições no ranking global de desigualdade entre os sexos organizado pelo Fórum Econômico Mundial, ocupando a 82ª posição entre 136 países. De acordo com o documento divulgado nesta terça-feira, este é o pior resultado dos últimos três anos.</p>
<p>Em 2006 o Brasil ocupava a 67ª posição, em 2007 a 74ª e, em 2008, a 73ª.</p>
<p>As principais razões apontadas para a queda de posições brasileiras este ano foram a diferença de renda obtida pelo mesmo tipo de trabalho de acordo com o gênero (passando da 100ª para a 114ª colocação) e a queda da renda estimada anual, passando da 54ª para a 69ª posição.</p>
<p>Desta forma, em termos de igualdade, o Brasil se posiciona atrás de outros latino-americanos como Equador (23ª), Argentina (24ª) Costa Rica (27ª), Peru (44ª), Nicarágua (49ª), El Salvador (55ª), Paraguai (66ª), Chile (64ª) e a República Dominicana (67ª).</p>
<p>Outros países</p>
<p>No topo da lista, os países nórdicos continuam apresentando a menor desigualdade entre homens e mulheres.</p>
<p>A Islândia é considerada a nação mais equalitária, seguida de Finlândia, Noruega e Suécia.</p>
<p>Entre países que mostraram grandes avanços, estão a África do Sul, 22ª colocada em 2008 e 6ª este ano, e Lesoto, que subiu da 16ª para a 10ª posição.</p>
<p>Nestas nações africanas, as mulheres aumentaram substancialmente sua participação no mercado de trabalho e no governo.</p>
<p>Na parte de baixo da tabela, Paquistão (134ª posição), Chade (135ª) e Iêmen (136ª) foram considerados os países com a maior desigualdade entre homens e mulheres.</p>
<p>Fonte : BBC Brasil</p>
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		<title>É possível ser mãe e crescer profissionalmente?</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/154-e-possivel-ser-mae-e-crescer-profissionalmente/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia e Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[
Embora muitas decidam por um lado ou outro, há quem fique na linha do meio, conciliando os dois papéis
Existem mulheres que nasceram para ser mães. Nada muda isso. Outras nem querem saber do assunto: preferem a carreira. Cruel? Não, esta é apenas uma opção de vida. Conversamos com algumas para descobrir o motivo por trás [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/trabalho"><img class="alignleft size-medium wp-image-155" title="trabalho" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/trabalho-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p><em>Embora muitas decidam por um lado ou outro, há quem fique na linha do meio, conciliando os dois papéis</em></p>
<p>Existem mulheres que nasceram para ser mães. Nada muda isso. Outras nem querem saber do assunto: preferem a carreira. Cruel? Não, esta é apenas uma opção de vida. Conversamos com algumas para descobrir o motivo por trás dessas escolhas. Veja o que descobrimos.</p>
<p>Ser mãe em sua plenitude<br />
“Assim que engravidei larguei tudo e fui curtir a minha maternidade. Filho depende da gente, não dá para trabalhar e pagar uma pessoa para cuidar deles. Não é a mesma coisa”, comenta A. S.*, de 33 anos, administradora de empresas. “Educação vem dos pais. Hoje, 3 anos mais tarde, não me arrependo de nada. Depois eu retomo minha carreira.”</p>
<p>Mas nem sempre a opção por ficar em casa, como mãe em tempo integral, decorre das preocupações com a educação. A publicitária R. D.*, de 29 anos, deixou o emprego de lado e virou dona-de-casa por conta da saúde da filha. “Bianca nasceu com um problema congênito e precisa de atenção 24 horas por dia. Não sei quanto tempo ela tem de vida e não quero desperdiçar esses momentos correndo atrás de minha profissão”, relata, emocionada.</p>
<p>Inúmeros podem ser os motivos que levam a anular a vida profissional e viver a maternidade. “Por estarmos relativamente perto das gerações em que o cuidado da casa e dos filhos era a ocupação principal da mulher, ainda carregamos lá no fundo este modelo”, argumenta a psicoterapeuta Cecília Coimbra de Toledo Lara.</p>
<p>“Quando surge a necessidade da coexistência de maternidade e carreira, muitas são acometidas por sentimentos de culpa, pois de forma inconsciente temem estar se desviando daquele padrão, no qual ser mãe se sobrepõe a qualquer outra atividade”, explica ela.</p>
<p>Dividindo as tarefas<br />
Mãe, mulher e profissional. Conciliar nem sempre é fácil. Mas a escritora Marleine Cohen, autora do livro “Como escalar montanhas de salto alto?” (Ed. Saraiva), garante que é possível. Hoje Marleine é uma expert no assunto, porém, já sentiu na pele o que é dividir o tempo entre filho e trabalho. “Eu tive muitas dificuldades. Na época trabalhava em um grande jornal, tinha plantão em finais de semana e feriados e precisava deixar meu filho com meus pais.”</p>
<p>Sentimentos de culpa e ao mesmo tempo a perspectiva de virar dona de casa para o resto da vida faz com que muitas voltem a trabalhar logo após terminar o período da licença maternidade. “Na segunda gravidez larguei o ritmo alucinado e arrumei um emprego mais calmo, sem plantões e que tinha uma creche no local”, conta Marleine.</p>
<p>Com a modernidade e até mesmo a internet surgiu um novo tipo de escritório: o home Office, o conceito de trabalhar a partir de casa. Essa facilidade agradou também às mulheres que desejam ser mães. “Há três anos optei por este esquema de trabalho e isso ajuda muito, pois tenho flexibilidade de horários. A chegada de minha filha não mudou nada na minha rotina de trabalho”, comenta a jornalista Keyla Assunção, de 31 anos. “Muitas vezes, estou no computador e minha filha está sentada no meu colo, já querendo colocar os dedinhos no teclado. Tudo é uma questão de organização”, diz.</p>
<p>Conciliar a carreira com a maternidade é uma situação comum nos dias de hoje. “Nas últimas décadas a mulher vem conquistando o seu espaço no mercado de trabalho. Os horizontes foram se ampliando e dando origem a um panorama bem diferente daquele que se via no tempo de nossas avós. Entretanto, a construção de uma carreira não é a única faceta da vida de uma pessoa. Há outros setores que também demandam atenção, como as relações interpessoais, afetivas e a maternidade. O ideal é que haja equilíbrio entre eles”, argumenta a psicoterapeuta.</p>
<p>Na contramão<br />
“Há ainda o caso de mulheres que são alvos de críticas do restante da família que, respaldada no antigo modelo, não aceita que a vivência da maternidade tenha que competir com a carreira profissional”, acrescenta Cecília Lara.</p>
<p>S. H.*, de 30 anos é casada há cinco anos e nem pensa em engravidar. “Eu e meu marido já decidimos: não queremos filhos. Ele é médico assim como eu e isso só iria atrapalhar a nossa carreira. Nunca me imaginei sendo mãe e acho que não seria uma boa mãe. Prefiro crescer profissionalmente”.</p>
<p>Já a advogada M.A.*, de 28 anos, acredita que depende da situação. “Quero acima de tudo ser bem sucedida na minha carreira. Só terei filho e trabalharei ao mesmo tempo se o dinheiro que ganhar compensar. Do contrário, fico com minha profissão”, sentencia.</p>
<p>* Os nomes foram omitidos a pedido das entrevistadas</p>
<p>Fonte IG ( Por Katia Deutner )</p>
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		<title>Como falar de sexo com a sua filha</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/151-como-falar-de-sexo-com-a-sua-filha/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[
O assunto ainda é um tabu mesmo sendo você uma mãe moderna e liberal? Hora de descobrir como tirar o tema de letra
Não tem como fugir. Depois que as crianças crescem e se transformam em adolescentes, as dúvidas básicas sobre como os bebês nascem são trocadas por outras questões que, muitas vezes, podem deixar até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/satellite1.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-152" title="satellite1" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/satellite1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><em>O assunto ainda é um tabu mesmo sendo você uma mãe moderna e liberal? Hora de descobrir como tirar o tema de letra</em></p>
<p>Não tem como fugir. Depois que as crianças crescem e se transformam em adolescentes, as dúvidas básicas sobre como os bebês nascem são trocadas por outras questões que, muitas vezes, podem deixar até a mais moderninha das mães corada de vergonha. Porém, por mais desconfortável que o assunto possa parecer, é importante apoiar os seus filhos, com atenção e informações corretas.</p>
<p>A publicitária Carina Trancoso, 41 anos, tinha uma enorme dificuldade para conversar com a filha sempre que a palavra ‘sexo’ aparecia no meio da conversa. “Eu morria de vergonha, mesmo sabendo da importância do assunto. Quando ela tinha 16 anos (hoje sua filha está com 21), me perguntou o que eu achava do fato dela andar com uma camisinha na bolsa. Quase desmaiei. Sabia que eu deveria aprovar, mas nessas horas você se transforma em leoa, e quase morre só de pensar que ela já pode estar transando”, conta ela.</p>
<p>É realmente difícil saber separar a superproteção da liberação sem limites, sem deixar de orientar e indicar alguns caminhos mais seguros. Primeiro, é importante lembrar que você é mãe e não uma amiga de colégio. Isso já implica em papéis diferenciados. “Uma coisa é a amiga com a mesma idade, visão e expectativas. Se a garota conta que conseguiu ficar com o garoto, a amiga acha o máximo. A mãe vai querer saber quem é, conversar com a filha para saber como ela está diante da situação. É hora de saber ouvir para fazer uma análise na hora de encontrar os caminhos”, explica Maria Helena Vilela, educadora sexual e Diretora do Instituo Kaplan.</p>
<p>Abordagem virtual<br />
Mas nem sempre é a sua filha que recorre a você para tirar alguma dúvida. Às vezes, você sente que é hora de conversar sobre alguma questão especial, como preservativos, gravidez, atividade sexual ou simplesmente sobre mudanças no corpo dela. E aí, surge a grande questão: como falar sobre sexo de forma natural, sem engasgar ou virar um pimentão de tanta vergonha?]</p>
<p>A vendedora Sandra Goés, 37 anos, tentou resolver a questão de forma bem inusitada. Já que não tinha muita coragem de começar o assunto e achava necessário tocar em algumas questões, ela apelou para a internet. “Eu trabalhava o dia todo e já achava que a gente precisava conversar sobre sexo seguro. Ao menos eu precisava dizer para ela que estava aberta para tirar dúvidas e outras questões. Como não paro em casa, comecei a conversa via msn mesmo. E, quando cheguei em casa à noite, continuamos sem problemas. Foi ótimo para as duas”, conta ela.</p>
<p>O tom da conversa<br />
O importante é tomar cuidado para não questionar demais, apontando críticas severas às atitudes da filha. “Não precisa entrar na intimidade. Não é fácil para a mãe estabelecer esses limites e ela poderá ficar constrangida e brava. E isso pode bloquear o diálogo. É fundamental não invadir e deixar claro os seus limites”, explica a especialista.</p>
<p>Outra forma legal de conversar sobre sexo é fugir da seriedade, daquela sensação de reunião familiar quando alguém apronta alguma coisa. “Sentar no sofá da sala ou chamar para uma conversa particular no seu quarto soa um pouco assustador. Isso pode travar a adolescente e ela não ficará à vontade, nem você. Fazer dessa hora um momento mais descontraído pode deixar vocês mais perto e mais tranquilas para uma boa conversa”, garante a psicóloga Manuela Mendes.</p>
<p>Uma sugestão prática para isso é alugar um filme ou aproveitar alguma cena da novela. “Assistir ao filme ‘Juno’, por exemplo, para falar sobre gravidez. Assim mãe e filha podem emitir uma opinião sobre o que o filme causou nela”, sugere Maria Helena.</p>
<p>Dicas<br />
A especialista também separou algumas dicas para as mães não hesitarem quando o assunto for sexo!</p>
<p>- Lembre-se de que você não está conversando para julgar, mas para de fato saber como sua filha se sente;</p>
<p>- Saiba que você também poderá ser questionada e não tenha medo em responder;</p>
<p>- Algumas mães tremem só de pensar que terão que contar algumas peripécias que fizeram e que acham que não foram um bom exemplo para a filha. Sua vivência é sim importante, mesmo que seja para mostrar que não foi um bom caminho a ser escolhido;</p>
<p>- Você tem medo em não conseguir responder às dúvidas dela? Relaxa. A internet está aí como uma excelente ferramenta de pesquisa;</p>
<p>- Levá-la ao ginecologista é sempre um ótimo começo de proximidade e uma demonstração de abertura.</p>
<p>E aproveite que hoje em dia está bem mais fácil falar sobre sexo sem ter um treco de tanta vergonha. Segundo levantamento do Ministério da Saúde feito no mês de setembro, o número de partos em adolescentes caiu 30,6% nos últimos dez anos. Liberdade na hora de tratar o assunto foi um dos pontos altos para o acesso a informações mais seguras sobre a saúde sexual e reprodutiva. Por isso, nada travar quando o sexo for a pauta na hora do jantar!</p>
<p>Fonte IG ( Por Glycia Emrich )</p>
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		<item>
		<title>Na Coreia, mães solteiras sofrem com preconceito</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/141-na-coreia-maes-solteiras-sofrem-com-preconceito/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 18:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direito e Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quase 96% das grávidas que não são casadas na Coreia do Sul escolhem o aborto; das que têm o bebê, dois terços doam para adoção
Seul, Coreia do Sul – Quatro anos atrás, quando descobriu que estava grávida do ex-namorado, Choi Hyong-sook considerou o aborto. Mas depois que ela escutou o pequeno som da batida do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_142" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/satellite.gif"><img class="size-medium wp-image-142 " title="s" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2009/10/satellite-300x187.jpg" alt="Uma mulher de 29 anos, grávida de nove meses, aguarda atendimento no Duri Home" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Uma mulher de 29 anos, grávida de nove meses, aguarda atendimento no Duri Home</p></div>
<p><em>Quase 96% das grávidas que não são casadas na Coreia do Sul escolhem o aborto; das que têm o bebê, dois terços doam para adoção</em></p>
<p>Seul, Coreia do Sul – Quatro anos atrás, quando descobriu que estava grávida do ex-namorado, Choi Hyong-sook considerou o aborto. Mas depois que ela escutou o pequeno som da batida do coração de seu filho em imagens de ultrassom, não conseguiu levar adiante o plano. À medida que a gravidez avançava, ela se voltou para o irmão mais velho. A reação dele soaria familiar a mães solteiras na Coreia do Sul: segundo ela, ele tentou arrastá-la para uma clínica de aborto. Mais tarde, ele a pressionou para dar a criança para adoção.</p>
<p>“Meu irmão disse: ‘Como você pode ser tão egoísta? Você não pode fazer isso com os nossos pais’”, disse Choi, 37, cabeleireira em Seul. “Mas quando a agência de adoção levou meu bebê, senti como se o tivesse jogado no lixo. Parecia que a terra tinha parado de girar. Eu os convenci a devolver meu filho depois de cinco dias”.</p>
<p>Agora, Choi e outras mulheres na mesma situação estão tentando montar a primeira associação de mães solteiras do país para defender o direito de criar os próprios filhos. É um passo pequeno, porém incomum em uma sociedade que exclui mães que não se casaram.</p>
<p>O grupo inexperiente e novo de mulheres – somente 40 estão envolvidas até agora – está investindo contra uma das maiores ironias da Coreia do Sul. O governo e comentaristas se preocupam com a taxa de natalidade do país, uma das mais baixas do mundo, e lamentam a reputação internacional da Coreia do Sul como exportador de bebês para adoções estrangeiras.</p>
<p>A cada ano, a pressão social leva milhares de mulheres solteiras a escolher entre o aborto, que é ilegal, mas desenfreado, e a adoção, que é considerada socialmente vergonhosa, embora encorajada pelo governo. As poucas mulheres que decidem criar uma criança sozinha arriscam uma vida de pobreza e desgraça.</p>
<p>Quase 90% das 1.250 crianças sul-coreanas adotadas em países estrangeiros no anos passado, a maioria por casais americanos, nasceram de mulheres solteiras, de acordo com o Ministério da Saúde, Bem-Estar e Assuntos Familiares.</p>
<p>Em sua campanha, Choi e as outras mulheres atraíram aliados incomuns. Os adotados nascidos na Coreia e as suas famílias estrangeiras têm voltado para cá nos últimos anos para falar pelas mulheres, que enfrentam as mesmas dificuldades na Coreia de hoje que as mães dos adotados enfrentaram décadas atrás.</p>
<p>Um dos apoiadores, Richard Boas, um oftalmologista de Connecticut que adotou uma garota coreana em 1988, disse que estava ajudando outras crianças estrangeiras adotadas na América quando visitou uma agência de serviço social na Coreia do Sul em 2006 e começou a repensar sua “mentalidade de resgate e salvador”. Lá, encontrou várias grávidas, todas solteiras e na casa dos 20 anos.</p>
<p>“Olhei ao redor e me perguntei por que essas mães estavam dando as crianças”, disse Boas. Ele criou a Rede de Apoio a Mães Solteiras Coreanas, que faz lobby por melhores serviços de bem-estar por parte do estado.</p>
<p>“O que vemos na Coreia do Sul hoje é discriminação contra mães naturais e favorecimento à adoção em nível de governo”, disse Jane Jeong Trenka, 37, adotada nascida na Coreia que cresceu em Minnesota e agora lidera o Verdade e Reconciliação para a Comunidade de Adoção da Coreia, um de dois grupos organizados por adotados coreanos que voltaram para a terra natal para advogar em favor dos direitos dos adotados e mães solteiras. “A cultura não é uma desculpa para abusar dos direitos humanos”.</p>
<p>Estatísticas<br />
Em 2007, 7.774 bebês nasceram de mães solteiras na Coreia do Sul, 1.6% de todos os nascimentos. Nos Estados Unidos, quase 40% dos bebês nascidos em 2007 tinham mães solteiras, de acordo com o Centro Nacional de Estatísticas de Saúde. Quase 96% das grávidas não-casadas na Coreia do Sul escolhem o aborto, de acordo com o Ministério da Saúde, Bem-Estar e Assuntos Familiares.</p>
<p>Das mulheres não-casadas que dão à luz, acredita-se que cerca de 70% dão os filhos para adoção, de acordo com uma pesquisa financiada pelo governo. Nos Estados Unidos, os dados são de 1%, revela o Departamento de Serviços Humanos e de Saúde.</p>
<p>Durante anos, o governo sul-coreano tem trabalhado para reduzir as adoções além-mar, que chegaram ao pico de 8.837 em 1985. Para aumentar as adoções caseiras, oferece subsídios e benefícios extras de plano de saúde para famílias que adotam, e designou o dia 11 de maio como o Dia da Adoção.</p>
<p>Também gasta bilhões de dólares por ano para tentar reverter a taxa de natalidade que cai, subsidiando tratamentos de fertilidade para casais casados, por exemplo. “Mas não vemos uma campanha para mães solteiras para criar nossos próprios filhos”, disse Lee Mee-kyong, mãe solteira de 33 anos. “Uma vez que você se torna uma mãe solteira, é tachada de imoral e uma falha. As pessoas nos tratam como se tivéssemos cometido um crime. Caímos para o degrau mais fundo da sociedade”.</p>
<p>O governo paga uma compensação mensal de 85 dólares por criança àqueles que adotam crianças. Oferece metade disso para mães solteiras de crianças dependentes.</p>
<p>Estigma social<br />
O governo está tentando aumentar os pagamentos para ajudar as mães solteiras e acrescentar mais facilidades para prover cuidados a grávidas não-casadas, disse Baek Su-hyun, funcionário do Ministério da Saúde. Mas o estigma social inibe as mulheres de avançar. Chang Ji-young, 27, que deu à luz um menino no mês passado, disse: “A irmã do meu ex-namorado gritou comigo no telefone exigindo que eu fizesse um aborto. A mãe e a irmã disseram que cabia a elas decidir o que fazer com meu filho porque era a semente da família delas”.</p>
<p>As famílias cujas filhas não-casadas ficam grávidas às vezes se mudam para esconder a gravidez. Mães solteiras geralmente mentem sobre o estado civil por medo de serem despejadas pelos senhorios e as crianças ofendidas na escola. Só cerca de um quarto dos sul-coreanos está disposto a ter um relacionamento próximo com uma mãe solteira como companheiro de trabalho ou vizinho, de acordo com um levantamento recente pelo Instituto de Desenvolvimento de Mulheres Coreanas, financiado pelo governo.<br />
Choi, a cabeleireira, disse que a família mudou o telefone para evitar contato com ela. Quando o pai foi hospitalizado e ela foi vê-lo com o filho, disse ela, a irmã os proibiu de entrar no quarto. Quando escreveu para ele, o pai queimou as cartas. No ano passado, cerca de três anos depois do nascimento, ele finalmente aceitou Choi de volta à casa.</p>
<p>“Naquele dia, eu o vi no banheiro, chorando em cima de uma das minhas cartas”, afirmou ela. “Percebi o quanto deve ter sido difícil para ele também”.</p>
<p>Fonte : IG ( Por Choe Sang-Hun )</p>
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		<item>
		<title>Como obter alívio para os sintomas da menopausa</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/139-como-obter-alivio-para-os-sintomas-da-menopausa/</link>
		<comments>http://www.bsbmulher.com.br/139-como-obter-alivio-para-os-sintomas-da-menopausa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde e Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Além da terapia de reposição hormonal, alimentação balanceada e atividade física podem ajudar no alívio dos sinais mais comuns do climatério.
A transição da fase reprodutiva da mulher para a não reprodutiva é marcada pela menopausa. A última menstruação, gerada pela redução do estrogênio e da progesterona, ocorre por volta dos 50 anos de idade e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além da terapia de reposição hormonal, alimentação balanceada e atividade física podem ajudar no alívio dos sinais mais comuns do climatério.</p>
<p>A transição da fase reprodutiva da mulher para a não reprodutiva é marcada pela menopausa. A última menstruação, gerada pela redução do estrogênio e da progesterona, ocorre por volta dos 50 anos de idade e a partir daí, a mulher deve se acostumar com a irregularidade menstrual, calor e transpiração excessivos, irritação e alterações no humor. Até que a menstruação cesse definitivamente esses sintomas se tornam um verdadeiro tormento e em alguns casos podem levar a sintomas psicológicos. &#8220;Em sociedades como a nossa, em que a juventude e a fertilidade são excessivamente valorizadas, a mulher passa a se sentir vazia e improdutiva com a chegada dos sintomas. Por isso, a menopausa passa a representar o medo de envelhecer e a sensação de inutilidade&#8221;, esclarece Maria Helena Bastos, ginecologista e obstetra que desenvolve um trabalho de saúde integral, priorizando o tratamento alternativo para a saúde da mulher no estado da Bahia.</p>
<p>Para Maria Helena a menopausa é apenas a definição de um período da vida da mulher e não um compromisso com a doença ou com o sofrimento. Por este motivo, não deve ser tratada como tal. &#8220;A falta de informação causa muita insegurança e confusão. Porém, se a mulher compreender o sentido dessa passagem, estará mais preparada e confiante para escolher os recursos disponíveis e tornar este período o mais suave possível&#8221;, orienta a especialista.</p>
<p>Os desconfortos são causados pelos esforços que o organismo faz para se adaptar às oscilações dos níveis hormonais que, muitas vezes, são fortemente acentuados por nosso estilo de vida e pelo que comemos, ou que deixamos de comer. &#8220;Uma dieta balanceada, aliada a prática regular de exercícios, evita não apenas o ganho de peso como também ameniza os sintomas&#8221;, recomenda César Eduardo Fernandes, ginecologista e professor da Faculdade de Medicina do ABC e presidente do conselho científico da Associação Brasileira do Climatério (SOBRAC).</p>
<p>Fernandes frisa que o acompanhamento médico nessa fase é indispensável. &#8220;Um especialista pode oferecer todo o apoio e suporte que a paciente necessita e recomendar medidas preventivas a maioria dos sintomas da menopausa&#8221;, completa.</p>
<p>O meio mais utilizado hoje para o alívio dos sintomas da menopausa é a terapia de reposição hormonal (TRH) por meio de medicamentos, mas César Fernandes faz questão de lembrar que isso só deve ser feito individualmente sob prescrição e observação médica, já que esse tipo de terapia pode causar efeitos colaterais e é contraindicada em casos trombose, câncer de mama e do endométrio, hepatite e outros. &#8220;Se o tratamento for seguido de maneira responsável, os benefícios vão além do alívio dos sintomas, a paciente ganha em qualidade de vida. Alguns medicamentos ainda proporcionam proteção contra a perda de colágeno da pele e conservam a massa óssea com consequente redução no risco de fraturas por osteoporose, que são comuns nessa fase&#8221;, conclui.</p>
<p>Para as mulheres que não desejam ou não podem se submeter a uma reposição hormonal, a ginecologista Maria Helena Bastos indica atividades físicas e uma dieta rica em frutas e legumes, além de um tratamento dietético a base de soja. &#8220;A soja é rica em fitoestrogênios, substância com ação igual ao estrogênio. Uma xícara de feijão de soja fornece aproximadamente 300mg da substância&#8221;, recomenda.</p>
<p>Fonte : Viva Saúde ( Por Denise Mello )</p>
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		<title>Veja 10 dicas incríveis para atingir o orgasmo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sexo e afins]]></category>

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<p>O orgasmo feminino de uns tempos para cá se tornou a bola da vez. Apesar de dados recentes divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde e do Hospital Pérola Byington em São Paulo afirmarem que uma em cada cinco mulheres não chega ao orgasmo, todo mundo quer saber detalhes e mais detalhes sobre ele, ou melhor, quer saber maneiras de desvendá-lo. Para isso, a sexóloga Inês Cavalieri, do Instituto para a Saúde Sexual, ajudou a preparar dez dicas para atingir o orgasmo. Confira abaixo:</p>
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<p>1. Autoconhecimento é tudo - Você já deve ter ouvido diversas vezes que conhecer o próprio corpo é a maneira mais fácil de chegar ao orgasmo. E de fato é. Durante o sexo, é mais fácil o orgasmo ser atingido com o estímulo direto do clitóris do que na penetração. &#8220;Quando a mulher se masturba e conhece os pontos que lhe dão mais prazer, consegue ter mais confiança em si mesma. Consequentemente sabe orientar o parceiro a tocá-la da forma que ela mais gosta&#8221;, disse a sexóloga. Dessa maneira é mais fácil ficar relaxada e curtir a relação como um todo.</p>
<p>2. Vibradores e brinquedinhos - Sim, invista nesses acessórios. Ao contrário do que se pensa, eles não servem apenas para a penetração. Alguns modelos ajudam as mulheres a se descobrir e se autoestimular. Existem diversos tipos de vibradores e brinquedinhos eróticos que estimulam as regiões de prazer e ajudam a chegar lá.</p>
<p>3. Imagine muita bobagem - Deixe a sua imaginação ir além. Pense em sexo: nas coisas que você já fez, naquilo que está louca para experimentar ou acha que nunca teria atrevimento suficiente para realizar. Fantasiar as vontades e desejos aumenta a excitação do corpo e deixa a mulher predisposta para o orgasmo.</p>
<p>4. Posições poderosas - Há certas posições que podem dar uma ajudinha na hora de atingir o orgasmo. De acordo com a sexóloga, muitas mulheres afirmam que quando ficam por cima de seus parceiros é mais favorável para se excitar. Essa posição causa maior estímulo, pois permite uma penetração mais profunda e possibilita que o púbis do parceiro friccione diretamente o clitóris, além disso, a mulher tem o controle sobre a velocidade e profundidade da penetração. Porém, vale lembrar que o mais interessante é experimentar diversas posições até encontrar aquela que dê mais prazer.</p>
<p>5. Querer é poder - &#8220;Algumas mulheres afirmam categoricamente: &#8216;eu não consigo ter orgasmo.&#8217; Com isso elas criam uma espécie de bloqueio e fica mais difícil de conseguir relaxar. Então, eu sempre digo &#8216;permita-se&#8217; a ter essas sensações, busque elas. É a melhor maneira de curtir o momento sexual, seja na relação com outra pessoa, ou na própria masturbação.&#8221;</p>
<p>6. Mande embora as distrações - Não se concentre em qualquer coisa que desvie sua atenção do que está rolando na cama com o parceiro. Nada de pensar no que vai fazer depois, nas obrigações, no trabalho do dia seguinte. As distrações são um forte sabotador do clímax e impedem que você se concentre por inteiro nas sensações eróticas.</p>
<p>7. Preliminares - Isso sempre vale a pena reforçar diversas vezes. As preliminares são imprescindíveis para uma boa relação, elas preparam o corpo para desfrutar os prazeres sexuais e dão o tempo necessário para a mulher entrar no espírito do momento. A &#8220;regrinha&#8221; é simples: quanto mais carícias o homem faz na mulher, seja apenas com o beijo ou com toques nas regiões genitais, mais fácil fica delas se excitarem e chegarem ao orgasmo.</p>
<p>8. Filmes eróticos - Esse não é um recurso apenas para os homens. &#8220;Muitas mulheres ficam excitadas assistindo a filmes eróticos. Para as mulheres mais ousadas, ou que querem experimentar, vale a pena tentar esse recurso. Ele mexe bastante com a imaginação, e isso é fundamental.&#8221;</p>
<p>9. Sexo oral - Algumas mulheres afirmam que só conseguem atingir o orgasmo através do sexo oral. De fato, essa é uma técnica poderosíssima porque estimula diretamente o clitóris, explica a sexóloga.</p>
<p>10. Sintonizando - Um clichê que todas as mulheres estão cansadas de ouvir, mas que é preciso estar atenta, é perceber em que sintonia está o relacionamento com seu parceiro. A sexóloga afirma que para atingir o orgasmo é preciso que o casal esteja em harmonia, e um dos meios práticos para que isso que seja possível é a comunicação. &#8220;É preciso falar sobre sexo, aquilo que gosta, o que não gosta, as fantasias e desejos. Claro que isso não precisa ser durante a relação sexual, mas sim em um &#8216;papinho&#8217; fora da cama&#8221;.</p>
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<p>Fonte : Terra ( Por Luciana Fracchetta)</p>
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