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	<title>BSB Mulher</title>
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	<description>BSB Mulher</description>
	<pubDate>Mon, 24 May 2010 05:56:11 +0000</pubDate>
	
	<language>en</language>
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		<title>Rádio Senado debate Diabete Gestacional</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 05:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde e Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira na Rádio Senado a entrevista com o endocrinologista pediátrico Luiz Cláudio Castro.
1ª parte. Entrevista com o endocrinologista pediátrico Luiz Cláudio Castro.

(Adriana Carla - 13&#8242;51&#8243;) 
2ª parte. (Adriana Carla - 14&#8242;31&#8243;) 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira na Rádio Senado a entrevista com o endocrinologista pediátrico Luiz Cláudio Castro.</p>
<p><span style="color: #800080;"><span style="text-decoration: underline;">1ª parte. Entrevista com o endocrinologista pediátrico Luiz Cláudio Castro.<br />
<!-- EDIÇÃO DA PARTE E DO TEMPO NO PADRÃO "(00'00)"--><!-- EDIÇÃO DA PARTE E DO TEMPO NO PADRÃO "(00'00)"--></span></span><span class="TextoNoticia style6"><br />
<em><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000; font-size: x-small;">(Adriana Carla - 13&#8242;51&#8243;) </span></span></em></span></p>
<p><span class="TextoNoticia style6"><a class="TextoNoticia" href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-admin/download.asp?nomArquivo=oc_pd_rubeola_gestacional2.mp3">2ª parte.<span style="color: #ff0000;"><em> (Adriana Carla - 14&#8242;31&#8243;)</em></span> </a></span></p>
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		<title>Quando a cozinha vira sala de aula</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/233-quando-a-cozinha-vira-sala-de-aula/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 04:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Família]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o que as crianças podem aprender cozinhando. 
Além de matemática e ciências, elas aperfeiçoam a leitura e têm acesso à cultura do país e à história de suas famílias
Época Online (Por Laura Lopes)

 
- Mamãe, compra couve-flor?
- Não, Arthur. Hoje eu vou comprar brócolis.
- Mas você não precisa de brócolis hoje. Eu quero couve-flor.
- Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/criancacozinha-epoca.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-235" title="criancacozinha-epoca" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/criancacozinha-epoca-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a>Confira o que as crianças podem aprender cozinhando. </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Além de matemática e ciências, elas aperfeiçoam a leitura e têm acesso à cultura do país e à história de suas famílias</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Época Online (Por Laura Lopes)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">- Mamãe, compra couve-flor?<br />
- Não, Arthur. Hoje eu vou comprar brócolis.<br />
- Mas você não precisa de brócolis hoje. Eu quero couve-flor.<br />
- Eu quero fazer brócolis hoje no almoço.<br />
- Então vamos levar os dois.</p>
<p>Arthur parece aquele garoto que só existe em propagandas comerciais. Mas ele é real. Na feira, enche o carrinho de verduras e legumes, mas passa incólume nas gôndolas de chocolates e doces dos supermercados. Desde bebê, Arthur acompanhava a mãe nas compras, em feiras e supermercados. Foi ele que fez com que ela experimentasse, pela primeira vez, quiabo. Ao passar pelos alimentos, a mãe falava seus nomes, para que o menino, à época com menos de dois anos, fosse se familiarizando com ingredientes in natura. Quando ela disse &#8220;quiabo&#8221;, ele começou a rir, e pediu que comprasse. &#8220;E eu, que nunca tinha comido quibao, porque minha mãe era traumatizada, aprendi a fazer&#8221;, diz Patrícia Feldman, a mãe do garoto, hoje com cinco anos.</p>
<p>Formada engenheira têxtil, Patrícia começou a se interessar por alimentação infantil depois que ficou grávida. Ainda criança, sempre gostou de cozinhar. Sua mãe ensinava receitas ao mesmo tempo em que contava de onde elas vinham, resgatando a cultura do alimento manipulado. &#8220;Meu pai fazia a gente medir os ingredientes milimetricamente. Minha mãe contava que o prato era de tal país e mostrava no mapa. A gente não dava bola e, sem perceber, já estava estudando&#8221;, conta Patrícia.</p>
<p><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/patricia-matepoca.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-234" title="patricia-matepoca" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/patricia-matepoca.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>É o que ela tenta fazer profissionalmente. A ex-engenheira tem um site (<a href="http://pat.feldman.com.br" target="_blank">pat.feldman.com.br</a>) que alimenta com dicas e receitas saudáveis. Ela também dá aulas de culinária para crianças, ensinando a fazer pão de queijo, brigadeiro, hambúrguer, catchup e até mostarda para os pequenos. No lugar de produtos industrializados, usa ingredientes naturais, como cacau em pó no brigadeiro e sementes de mostarda para o condimento. &#8220;Uso suco de limão e soro de iogurte como o ingrediente ácido da mostarda, para transformá-la num probiótico&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Na cozinha, as crianças aprendem diversas disciplinas que, em sala de aula, costumam ser chatas e difíceis de serem colocadas em prática. Ao ler uma receita, a criança aperfeiçoa a leitura e a interpretação de texto. Ao separar os ingredientes, lida com fração, adição e subtração. Durante o preparo, assiste à transformação física dos alimentos, o que também muda sua aparência e sabor. Para prepará-los, melhora sua coordenação motora. Afinal, é preciso vigor para mexer uma panela, uma massa de pão ou bolo (você já viu um adulto que nunca cozinhou mexendo um molho branco para não empelotar? É constrangedor!).</p>
<p style="text-align: justify;">De modo geral, as crianças aprendem a ser organizadas e a trabalhar em equipe, uma vez que sempre estão acompanhadas de pais e/ou outras crianças na cozinha. Além de aguçarem sua criatividade, porque reinventam receitas que foram feitas mais de uma vez, passam mais tempo com os familiares – o que tem se perdido na sociedade moderna. Se cozinhar ajuda nas matérias da escola, no desenvolvimento pessoal e na interação familiar, também contribui para a saúde do pimpolho. Afinal, se ele sabe que molho de tomate feito em casa é mais gostoso, por que comeria um molho enlatado, cheio de conservantes? Isso, só para ficar no exemplo mais simples.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A criança de hoje não sabe o que é um pimentão. Nem o que é uma pera. Ela só sabe o que é maçã, banana e uva. Laranja, ela só conhece em forma de suco. É um problema cultural&#8221;, afirma Elisabete Presa, chef e nutricionista que dá aulas de culinária para crianças (está com um curso agendado para julho no Atelier Gourmand**, em São Paulo). Segundo ela, crianças acostumadas a comer alface todos os dias dão esse nome a qualquer verdura que seja colocada em sua frente: escalora, rúcula ou chicória, basta ser verde. Ao cozinhar, elas têm contato com inúmeros alimentos e ficam curiosas se o gosto vai ficar igual ao produtos comprado no supermercado. &#8220;Eu respondo que não fica idêntico, mas mais gostoso. E o legal de fazer em casa é que a gente pode consertar, colocando mais sal ou tempero, por exemplo&#8221;, diz Patrícia.</p>
<p>Conhecer os alimentos é importante. E tão importante quanto isso é experimentá-los. Por mais que as crianças não gostem de uma comida, elas experimentam se tiverem preparado ou ajudado no preparo. Normalmente, só veem os adultos fazendo e ficam com receio de comer algo que não acham bonito. Quando estão juntas, elas influenciam as outras e, colocando a mão na massa, experimentam de tudo. &#8220;Como eu tenho o hábito de não apresentar o alimento de uma forma tradicional, as crianças sempre comem, mesmo que não gostem do ingrediente principal&#8221;, afirma Elisabete. Um exemplo é o bolo de abobrinha com cobertura de chocolate. Doce? Sim. &#8220;Fica totalmente diferente e é de abobrinha&#8221;, afirma. Ela valoriza as várias formas de apresentação do alimento, para não enjoar.</p>
<p>As crianças se divertem cozinhando. &#8220;Elas adoram ter contato com o alimento, sentem-se &#8216;gente grande&#8217;, principalmente quando estão fazendo coisas de que gostam. Elas gostam de colocar uniforme, chapéu, manusear os alimentos, picar, mexer&#8230;&#8221;, diz Elisabete. Isso acontece porque elas não têm esse hábito em casa, muito por culpa dos pais. Alguns não têm paciência de ensinar, outros dizem não ter tempo. &#8220;Tem que ter paciência, porque o bolo que eu demoraria 10 minutos para fazer, demora 30 com o Arthur, mas acrescenta muito na vida dele&#8221;, afirma Patrícia.  </p>
<p style="text-align: justify;">Outro problema são as facas e o fogo: é preciso introduzir os equipamentos aos poucos. Se a criança é pequena, é importante que ela faça papinhas, tenha contato com a textura dos alimentos. Depois, maiorzinha, pode começar a trabalhar com facas pequenas, de serrinha. Um pouco maior, liga o fogo e já prepara receitas inteiras sozinhas. &#8220;Eu ensino que não tem que ter medo da faca ou do fogo, mas tem que respeitar. A faca corta a comida e o dedo, o fogo pode queimar a mão. Há utensílios adequados para cada idade&#8221;, diz Patrícia.</p>
<p>Passar um tempo com os filhos na cozinha pode evitar adultos desnutridos e com altas taxas de colesterol e triglicérides no sangue. Mudar os hábitos alimentares de um adolescente é muito mais difícil do que introduzir hábitos saudáveis a uma criança. Na falta de tempo e vontade de cozinhar, mande seu filho passar um tempo na cozinha dos avós, ou increva-o em algumas aulas de culinária. Se ele não se tornar um grande chef, pelo menos saberá que a batata chips comprada nos supermercados nasce sob a terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Época Online (Por Laura Lopes)</p>
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		<title>Cobertura dada pelo pré-natal aumenta mais que 20%</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/230-cobertura-dada-pelo-pre-natal-aumenta-mais-que-20/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 19:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde e Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos 25 anos, as brasileiras conquistaram o direito a ter uma melhor assistência durante a gestação com mais consultas e exames
Nos últimos 25 anos, ocorreu um aumento expressivo do percentual de mulheres que passaram a ter acesso ao pré-natal durante a gestação. Em 1986, o percentual de grávidas que nunca consultaram um médico era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nos últimos 25 anos, as brasileiras conquistaram o direito a ter uma melhor assistência durante a gestação com mais consultas e exames</em></p>
<p><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/especial_dia_09022009.jpg"><img class="size-medium wp-image-231 alignright" title="especial_dia_09022009" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/especial_dia_09022009.jpg" alt="" width="150" height="101" /></a>Nos últimos 25 anos, ocorreu um aumento expressivo do percentual de mulheres que passaram a ter acesso ao pré-natal durante a gestação. Em 1986, o percentual de grávidas que nunca consultaram um médico era de 26%. Em 2006, a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS) identificou que este percentual baixou para 1,3%. Além disso, se contabilizou que pelo menos 61% das mulheres nesta situação tinham passado por sete ou mais consultas de avaliação, inclusive com a realização de exames.</p>
<p>Planejar a família e evitar gravidez indesejada também passaram a ser opções para as mulheres. O Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, conseguiu ampliar o leque de oferta de métodos contraceptivos existentes e gratuitos, sempre com a preocupação de deixar a mulher esclarecida sobre sua escolha. A distribuição recente de 1 bilhão de preservativos masculinos e 428 mil femininos, cumprindo o previsto pela Política Nacional de Planejamento Familiar, ilustra bem essa proposta que inclui ainda procedimentos específicos para o homem (vasectomia), o que confirma que o planejamento de futuras gestações deve ser compartilhado pelo casal.</p>
<p>Para a coordenadora da Área Técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Lena Peres, esses dados revelam uma importante revolução na implementação dos direitos sexuais e reprodutivos pelo governo brasileiro. “Esses dados mostram que as políticas brasileiras podem envolver cada vez mais o homem no compartilhamento com a mulher das responsabilidades no planejamento reprodutivo”, avalia.</p>
<p>Essa revolução trouxe conseqüências positivas também para o atendimento obstétrico na rede pública. A expansão da oferta dos serviços de saúde elevou o número de partos pelo Sistema Único de Saúde. Em 2006, 76% das gestantes tiveram seus bebês na rede pública. No meio rural, caiu de 19,8% para 3,5% os nascimentos de crianças em domicílio, no mesmo período. A assistência do médico durante o parto aumentou de 77,6% para 88,7% em todo o país. No meio rural, a presença desse profissional passou de 57,7%, em 1996, para 82,6¨%, em 2006.</p>
<p>Fonte: Portal Saúde - <a href="http://www.saude.gov.br">www.saude.gov.br</a></p>
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		<title>DST e Aids entre mulheres</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 19:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde e Qualidade de Vida]]></category>

		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

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		<description><![CDATA[No início da década de 1990, o crescimento de casos de aids entre as mulheres e da transmissão do HIV de mãe para filho, alertou a sociedade. A temática da feminização da epidemia surge como ponto de discussão para ativistas, pesquisadores e técnicos de saúde. Hoje, de acordo com as estimativas da Unaids (Programa Conjunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/aids_laco.jpg"><img class="size-medium wp-image-228 alignright" title="aids_laco" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/aids_laco.jpg" alt="" width="130" height="125" /></a>No início da década de 1990, o crescimento de casos de aids entre as mulheres e da transmissão do HIV de mãe para filho, alertou a sociedade. A temática da feminização da epidemia surge como ponto de discussão para ativistas, pesquisadores e técnicos de saúde. Hoje, de acordo com as estimativas da Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), 50% das pessoas infectadas no mundo são mulheres. Nesse contexto mundial, na América Latina, a crescente população de pessoas vivendo com HIV é de mulheres, aproximadamente 550 mil.</p>
<p> A desigualdade de acesso aos direitos entre homens e mulheres também está refletida no aumento do número de infecções na população feminina. Observa-se que, 54% do total de casos identificados até junho de 2009, foram de mulheres com baixa escolaridade (de nenhum até sete anos) e 22% com oito anos e mais de escolaridade. A análise desse indicador ainda apresenta limitações em razão do alto percentual de ignorados.</p>
<p>Nos últimos anos, o principal aprendizado para o enfrentamento da epidemia de aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST) foi que devem ser considerados os componentes econômicos, socioculturais, raciais e étnicos que estruturam as desigualdade sociais. A violência doméstica e sexual contra mulheres e meninas, a discriminação e o preconceito relacionados à lesbianidade, bissexualidade feminina e transexualidade são agravantes na desigualdade entre homens e mulheres.</p>
<p> <strong>Enfrentamento da Epidemia</strong></p>
<p> O <strong>Plano Integrado de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids e outras DST </strong>tem como elemento fundamental o enfrentamento das múltiplas vulnerabilidades que contribuem para que as mulheres brasileiras estejam mais suscetíveis à infecção pelo HIV e a outras doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<p>O Plano consolida o compromisso que vem sendo assumido historicamente pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres por meio da Área Técnica de Saúde da Mulher, do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, em conjunto com outras áreas técnicas, e pelos demais parceiros governamentais<a title="Além da Área Técnica de Saúde da Mulher e do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, estão comprometidos com o Plano a Área Técnica de Pessoas com Deficiência, a Área Técnica de Saúde do Adolescente e do Jovem, o Programa Nacional de Hepatites Virais, a Área Técnica de Saúde no Sistema Penitenciário e o Departamento de Atenção Básica. " href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-admin/#areatecnica">¹ </a>e não governamentais, que trabalham para afirmar e efetivar os direitos assegurados às mulheres, nos tratados internacionais e na legislação brasileira, e implementar políticas para a redução das desigualdades em nosso país. A integração entre essas diferentes áreas será capaz de promover respostas efetivas que contemplem a sustentabilidade, a descentralização e a atenção integral às mulheres.</p>
<p> <a name="areatecnica"><em>¹</em></a><em> Além da Área Técnica de Saúde da Mulher e do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, estão comprometidos com o Plano a Área Técnica de Pessoas com Deficiência, a Área Técnica de Saúde do Adolescente e do Jovem, o Programa Nacional de Hepatites Virais, a Área Técnica de Saúde no Sistema Penitenciário e o Departamento de Atenção Básica.</em></p>
<p>Fonte: Portal da Saúde - <a href="http://www.saude.gov.br">www.saude.gov.br</a></p>
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		<title>Acupuntura também é feita sem agulhas</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/223-acupuntura-tambem-e-feita-sem-agulhas/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 19:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Beleza]]></category>

		<category><![CDATA[Saúde e Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Rosana Ferreira
Quando se fala de acupuntura muita gente torce o nariz por causa das agulhas. Apesar de os especialistas garantirem que elas não causam dor, medo e trauma podem afastar pacientes do alívio ou mesmo da cura dos seus males. Para essas pessoas, existe a acupuntura sem agulhas, que usa outros métodos de estimulação.
&#8220;Acupuntura sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Rosana Ferreira</em></p>
<p><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/1344652-1345-cp.jpg"><img class="size-medium wp-image-225 alignright" title="stk79512cor" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/1344652-1345-cp.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a>Quando se fala de acupuntura muita gente torce o nariz por causa das agulhas. Apesar de os especialistas garantirem que elas não causam dor, medo e trauma podem afastar pacientes do alívio ou mesmo da cura dos seus males. Para essas pessoas, existe a acupuntura sem agulhas, que usa outros métodos de estimulação.</p>
<p>&#8220;Acupuntura sem agulhas significa usar os mesmos pontos da técnica milenar&#8221;, disse o médico especialista na área, Ruy Tanigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura (AMBA). A técnica faz parte da medicina tradicional chinesa praticada há milhares de anos e consiste no estímulo de determinados pontos (meridianos) a fim equilibrar as energias do corpo e mantê-lo saudável.</p>
<p>Um dos procedimentos que substituem as agulhas, segundo Tanigawa, é a moxabustão, cujo calor decorrente da queima de uma planta (artemísia) faz o estímulo igual ao da agulha. &#8220;O procedimento geralmente é feito com um bastão e com o cuidado de não queimar a pele.&#8221;</p>
<p>Mais moderno, o laser de baixa potência também pode fazer as vezes das agulhas. Nesse caso, o estímulo ocorre por meio da absorção da radiação luminosa pelas células da pele no ponto que está sendo tratado.</p>
<p>A eletroestimulação também é usada para substituir as agulhas e é feita com um aparelho cujos imãs liberam cargas eletromagnéticas para estimular os meridianos da acupuntura tradicional.</p>
<p>Existe ainda um tipo de adesivo produzido com silício cristalizado e aglutinado com celulose vegetal (materiais 100% naturais). O silício é conhecido pela capacidade de ordenar ondas e frequências, o que permite a estimulação dos pontos, assim como as agulhas.</p>
<p>Segundo Tanigawa, a acupuntura, seja por meio de agulhas ou de outros métodos, é indicada para aliviar dores intensas (coluna, pernas, cabeça e rins, entre outros), como também para tratar as causas das doenças.</p>
<p><strong>Indicação</strong><br />
A acupuntura sem agulhas ainda é pouco procurada em comparação com a tradicional, de acordo com o presidente da AMBA. Mesmo assim, há boas indicações, como demonstra o acupunturista Gilberto Agostinho, de São Paulo:</p>
<p>- pacientes agitados ou que tenham medo de agulhas (apesar de serem indolor, já que são extremamente finas, com diâmetro de 0,020 mm)<br />
- pacientes com doenças mentais, pois podem retirar as agulhas durante a sessão<br />
- crianças pequenas e agitadas<br />
- bebês</p>
<p>Fonte: Portal Terra</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Memória feminina é melhor do que masculina, diz estudo</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/220-memoria-feminina-e-melhor-do-que-masculina-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 19:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde e Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[As mulheres costumam reclamar que seus parceiros esquecem tudo, principalmente datas comemorativas, como aniversários de namoro e casamento. Alguns homens, em contrapartida, garantem não ser tão esquecidos assim. Pois uma pesquisa inglesa acabou com as dúvidas: afirma que a memória feminina é melhor que a masculina.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas do Instituto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres costumam reclamar que seus parceiros esquecem tudo, principalmente datas comemorativas, como aniversários de namoro e casamento. Alguns homens, em contrapartida, garantem não ser tão esquecidos assim. Pois uma pesquisa inglesa acabou com as dúvidas: afirma que a memória feminina é melhor que a masculina.</p>
<p>Para chegar a essa conclusão, os cientistas do Instituto de Educação da Universidade de Londres contaram com a participação de 10 mil pessoas aos 50 anos, incluindo escoceses, ingleses e gauleses. Todos fazem parte do estudo <em>National Child Development</em>, que os acompanha desde o nascimento.</p>
<p>Os voluntários ouviram dez palavras e tiveram dois minutos para lembrar o maior número possível delas. Em seguida, precisaram listá-las depois de cinco minutos. As mulheres venceram os homens nos dois testes, com placares 5% melhores no primeiro e 8% no segundo.</p>
<p>Elas foram mais ágeis na terceira etapa. A tarefa era riscar em um minuto mais letras &#8220;p&#8221; e &#8220;w&#8221; de um caça-palavras. A próxima atividade era nomear quantos animais conseguissem ao longo de um minuto. Nesse caso, houve empate.</p>
<p>A diretora da pesquisa, Jane Elliott, disse ao jornal <em>Daily Mail</em> que essa diferença é perceptível também quando são controlados dados como quantas pessoas fumam, bebem e que tipo de trabalho fazem. Apesar de ser uma diferença pequena, ela existe, segundo a pesquisadora.</p>
<p>Os resultados sugerem que essa diferença tenha uma causa biológica. Uma teoria é de que esteja relacionada aos níveis do hormônio sexual feminino estrogênio.</p>
<p>Os pesquisadores pretendem retomar os testes nos próximos anos com o intuito de analisar o processo de envelhecimento. Eles esperam que as mulheres se saiam ainda melhor à medida que envelhecem.</p>
<p>Fonte: Patricia Zwipp (especial para o Portal Terra)</p>
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		<title>Veja como fazer as crianças comerem legumes e verduras</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 06:44:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Família]]></category>

		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer as crianças comerem legumes e verduras nem sempre é uma tarefa fácil. Mas, de acordo com a consultora gastronômica Branca Sister, autora de três livros sobre alimentação infantil, o principal é ter paciência e nunca partir do princípio de que meninos e meninas não irão gostar de determinado alimento. “O importante é preparar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/gntcriancas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-206" title="gntcriancas" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/gntcriancas.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Fazer as crianças comerem legumes e verduras nem sempre é uma tarefa fácil. Mas, de acordo com a consultora gastronômica Branca Sister, autora de três livros sobre alimentação infantil, o principal é ter paciência e nunca partir do princípio de que meninos e meninas não irão gostar de determinado alimento. “O importante é preparar a comida de forma apetitosa, usando os mesmos temperos dos pratos dos adultos. Fuja dos cozidos e refogados”, diz ela. “Panquecas, bolinhos e gratinados costumam agradar”, garante.</p>
<p>Variar os legumes e as verduras, além de deixar a refeição balanceada, também facilita na hora de satisfazer o paladar infantil. “As crianças têm fases. De vez em quando, cismam com algumas coisas que antes adoravam e passam a não comê-las”, explica Branca. “Em vez de abolir determinados alimentos, deixe claro que eles são importantes para a saúde e retire das refeições por um mês ou dois somente o tipo que estiver sendo recusado”, ensina ela.</p>
<p><a href="http://gnt.globo.com/Gourmet/Materias/Aprenda-tres-receitas-para-criancas--com-legumes.shtml">Aprenda a preparar três receitas para crianças usando legumes</a></p>
<p>Branca divide os vegetais em três grupos: coloridos, como abóbora, cenoura e beterraba; verdes, como brócolis e bertalha; e tubérculos, como batata, aipim e batata-doce. Ela recomenda alternar os três grupos nas refeições infantis. “Na hora de servir, arrume um prato bem colorido, com os alimentos separados. Isso deixará o almoço ou jantar mais atraente”, afirma a consultora gastronômica. “Preparar purês também pode ser uma solução”, acrescenta.</p>
<p>O costume de tentar enganar o paladar infantil, colocando os legumes no meio da comida de forma disfarçada, é condenado por Branca, assim como o castigo de suspender a sobremesa caso a criança se recuse a comer. “A sobremesa não é um prêmio, faz parte da refeição e não pode ser excluída”, conta ela. “Sou contra enganar a criança. É melhor insistir para que ela coma os legumes. Vale até fazer acordos, como legumes de segunda a sexta-feira em troca de um hambúrguer no fim de semana”, aconselha</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: GNT</p>
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		<title>Projeto proíbe adoção de crianças por casais do mesmo sexo</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 06:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 7018/10, que proíbe a adoção de crianças e adolescentes por casais do mesmo sexo (homoafetivos). A proposta, do deputado Zequinha Marinho (PSC-PA), altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei 8.069/90).
Atualmente, para o caso de adoção conjunta (feita por casais), o estatuto exige que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/zequinhamarinho.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-212" title="zequinhamarinho" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/zequinhamarinho.jpg" alt="" width="150" height="229" /></a>A Câmara analisa o Projeto de Lei 7018/10, que proíbe a adoção de crianças e adolescentes por casais do mesmo sexo (homoafetivos). A proposta, do deputado Zequinha Marinho (PSC-PA), altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei 8.069/90).</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, para o caso de adoção conjunta (feita por casais), o estatuto exige que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável, comprovada a estabilidade da família. O texto proposto pelo autor acrescenta a esses requisitos a vedação explícita de os casais serem constituídos por pessoas do mesmo sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na opinião de Marinho, a adoção por casais homossexuais expõe a criança a sérios constrangimentos. &#8220;O filho terá grandes dificuldades em explicar aos seus amigos e colegas de escola por que tem dois pais ou duas mães&#8221;, exemplifica. O parlamentar sustenta ainda que a instituição familiar é constituída obrigatoriamente a partir da união de um homem e uma mulher.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Justiça admite</strong><br />
Diante da inexistência de proibição na legislação em vigor, a Justiça brasileira tem admitido a adoção de crianças e adolescentes por casais homoafetivos. Um exemplo disso ocorreu em janeiro de 2009, quando o juiz da Vara da Infância e da Juventude de Ribeirão Preto (SP), Paulo Cesar Gentile, concedeu a guarda definitiva de quatro irmãos ao casal de cabeleireiros João Amâncio e Edson Torres. Eles já tinham, desde dezembro de 2006, a guarda provisória das crianças, de 12, 10, 8 e 6 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto será analisado em <span class="termoGlossario tool">caráter conclusivo<span class="tip">Rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.</span></span>  pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<div style="text-align: justify; width: 348px; float: left;">
<div id="proposicao">
<h4>Íntegra da proposta:</h4>
<ul>
<li><a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=470695">PL-7018/2010</a></li>
</ul>
</div>
<div id="creditosMateria"><span>Fonte: Agência Câmara</span></div>
</div>
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		<title>Exposição em Paris recria moda contemporânea</title>
		<link>http://www.bsbmulher.com.br/208-exposicao-em-paris-recria-moda-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 06:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Moda]]></category>

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		<description><![CDATA[A recriação da história do estilo nas recentes décadas é a proposta de “Histoire idéale de la mode contemporaine” (“História da moda contemporânea”), superexposição que acontece em Paris, em duas partes.
O primeiro capítulo da mostra – em cartaz do Museu das Artes Decorativas - tem um recorte que revela as décadas de 70 e 80, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/modacontparis.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-209" title="modacontparis" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/modacontparis-193x300.jpg" alt="" width="193" height="300" /></a>A recriação da história do estilo nas recentes décadas é a proposta de <a href="http://www.lesartsdecoratifs.fr/" target="_blank">“Histoire idéale de la mode contemporaine”</a> (“História da moda contemporânea”), superexposição que acontece em Paris, em duas partes.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-bottom: 0cm;">O primeiro capítulo da mostra – em cartaz do Museu das Artes Decorativas - tem um recorte que revela as décadas de 70 e 80, época do fortalecimento do prêt-à-porter. O segundo capítulo, que está em fase de produção para entrar em cartaz em 2011, abrange a década de 90 e a de 00.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-bottom: 0cm;">
Nesta primeira exposição, o público poderá ver mais de 150 roupas e 40 vídeos. Estão representadas no museu a coleção de Yves Saint Laurent de 1971 e o desfile de Jean Paul Gaultier de 1990. Fotos e filmes também recriam momentos magistrais do estilo.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-bottom: 0cm;">
Rei Kawakubo (Comme des Garçons) e Yohji Yamamoto representam o Japão. Jean Paul Gaultier mostra seu mix de masculino e feminino. As coleções de Karl Lagerfeld para a Chanel, o luxo de Christian Lacroix, a relação entre arte e moda de Jean-Charles de Castelbajac e o primeiro desfile de Martin Margiela, já no final da década, de 80, são outros pontos importantes da exposição.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-bottom: 0cm;">
A retrospectiva de Saint-Laurent, que já passou pelo Brasil, está ao mesmo tempo em cartaz na cidade que é um dos berços da moda, no Petit Pallais.</p>
<p style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="text-align: justify; margin-top: 0cm; margin-bottom: 0cm;">Fonte: GNT</p>
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		<item>
		<title>Livro lança polêmica: creme hidratante faz mal à pele</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 01:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Not&iacute;cias da Amaz&ocirc;nia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Beleza]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao contrário das promessas sustentadas pelas campanhas publicitárias, os cremes hidratantes podem causar mais danos à pele que benefícios. A informação polêmica consta do livro “Antiaging: Beleza e juventude em qualquer idade” (Editora Alaúde). Escrito pelo cirurgião plástico e membro da Academia Americana de Medicina Antiaging, Alexandre de Souza, o livro defende que o uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/hidratante090410.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-201" title="hidratante090410" src="http://www.bsbmulher.com.br/wp-content/uploads/2010/04/hidratante090410.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a>Ao contrário das promessas sustentadas pelas campanhas publicitárias, os cremes hidratantes podem causar mais danos à pele que benefícios. A informação polêmica consta do livro “Antiaging: Beleza e juventude em qualquer idade” (Editora Alaúde). Escrito pelo cirurgião plástico e membro da Academia Americana de Medicina Antiaging, Alexandre de Souza, o livro defende que o uso diário de creme hidratante leva a uma pele sensível, inflamada e envelhecida. </p>
<p><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Livro: pele precisa de esfoliação, proteção e nutrição</strong></p>
<p>“Muitos estudos científicos demonstram que mulheres dependentes de hidratantes têm a pele mais sensível, com sinais de idade e mais rugas. A pele é geralmente mais fina e seca, com claros sinais de doença, intolerante a maquiagem”, explica o médico brasileiro radicado nos Estados Unidos.</p>
<p>No livro, Alexandre de Souza diz que o creme hidratante impede a esfoliação natural da pele e mascara problemas dérmicos. Ele diz que a pele precisa é de esfoliação, nutrição e proteção. Para o médico, os hidratantes devem ser usados ocasionalmente em situações de desconforto da pele. Por exemplo, em danos causados pelo frio ou produtos químicos.</p>
<p><strong>Tipo de pele determina a necessidade do creme hidratante<br />
</strong><br />
No entanto, a dermatologista Graça Tavares, membro da Sociedade Brasileira de  Dermatologia, explica que como estamos constantemente expostos a fatores externos, como frio, sol e vento, precisamos dos cremes hidratantes com frequência. “Os hidratantes atuam como uma barreira protetora contra a desidratação”, avalia ela.</p>
<p>Mas Graça frisa que o que determina a necessidade do uso do produto é o tipo de pele. “Quem tem a pele oleosa já possui uma camada de proteção. Já aqueles com pele mais seca, naturalmente, têm uma diminuição das defesas. Nestes casos, o hidratante ajuda a proteger, nutrir e fornecer substâncias que a pele precisa.”</p>
<p>Água e alimentos que hidratam</p>
<p>Seja com ajuda das fórmulas farmacêuticas ou não, a pele pode ser nutrida também por meio da ingestão de água e de uma alimentação equilibrada, rica em verduras, frutas, proteínas e gorduras saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: GNT</p>
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